Ordem dos Músicos do Brasil ombsp
Ordem dos Músicos ombsp
Última atualização em Seg, 28 de Dezembro de 2009 20:04 Escrito por Administrator Sáb, 24 de Outubro de 2009 22:50

Talvez pela falta de fiscalização ou pelo comodismo das autoridades responsáveis em administrar a Área da Cultura, que fazem vistas grossa para a situação do mercado musical, a OMB sempre esteve à margem do que se espera de uma instituição representativa de classe. Com sua antiga administração – marcada por anos de abandono, aquela que deveria ser motivo de orgulho de todos os músicos brasileiros, infelizmente, nunca contribuiu a tal expectativa.
A Ordem dos Músicos do Brasil foi criada pela Lei 3857 de 22 de dezembro de 1960 com a finalidade de regulamentar e fiscalizar em todo território nacional a profissão de músico, carregando essa responsabilidade, ela torna-se fundamental para profissionalização da classe dos Músicos para restringir o mercado musical aos que escolheram a musica para o seu sustento. O fato é que a Ordem dos Músicos do Brasil não regulamentou e nem fiscalizou a profissão do músico. Talvez por sua própria desordem administrativa, o que deveria ser motivo de orgulho, hoje se encontra desacreditada.
A atual Diretoria da Ordem dos Músicos do Brasil divulga mudanças em sua Diretoria para tentar se desvincular da imagem da antiga administração do presidente ditador Wilson Sandoli.
Será que houve mudanças?
Precisamos ter mais atitudes ao invés de ficar apenas criticando, só assim conseguiremos cobrar da maneira correta a Diretoria da OMB e afastar definitivamente os responsáveis pelo abandono da classe dos músicos.
Tire suas próprias conclusões:
Tire suas próprias conclusões:
A exoneração do Senhor Wilson Sandoli das presidências dos Conselhos Federal e Regional, cargos esses, ocupados por décadas, mesmo se tratando de uma Autarquia Federal, teve o total consentimento e apoio de seus conselhos (conselheiros) e suas delegacias (Delegados), que na grande maioria, foram nomeados pelo próprio Sândoli e agora tentam fazer que acreditemos que existe mudança.
Wilson Sandoli foi retirado da cadeira de presidente do Conselho Federal, pois, conforme regimento interno de autarquias governamentais, ninguém está autorizado a cumular funções. Fazendo jus ao poder conferido aos Conselheiros Regionais, para assumir a cadeira foi nomeado o presidente do Conselho do Rio de Janeiro, João Batista Vianna. Inacreditavelmente - trocando seis por meia dúzia - o mesmo senhor eleito para o cargo do conselho federal, continuou a assinar como presidente do conselho carioca, desobedecendo e pisando em cima do estatuto dos músicos - estes totalmente ignorados no correr de tais eleições e NUNCA ouvidos em momentos tão cruciais a uma administração.
Wilson Sandoli foi retirado da cadeira de presidente do Conselho Federal, pois, conforme regimento interno de autarquias governamentais, ninguém está autorizado a cumular funções. Fazendo jus ao poder conferido aos Conselheiros Regionais, para assumir a cadeira foi nomeado o presidente do Conselho do Rio de Janeiro, João Batista Vianna. Inacreditavelmente - trocando seis por meia dúzia - o mesmo senhor eleito para o cargo do conselho federal, continuou a assinar como presidente do conselho carioca, desobedecendo e pisando em cima do estatuto dos músicos - estes totalmente ignorados no correr de tais eleições e NUNCA ouvidos em momentos tão cruciais a uma administração.

Voltando ao velho Sândoli, importante destacar que a exoneração do Conselho Regional do Estado de São Paulo, teve-se por improbidade administrativa constatada. Em seu lugar assumiu o então vice-presidente, Roberto Bueno. Após 1 ano da saída de Sândoli, mesmo com tantas irregularidades comprovadas, a mesma diretoria e os mesmos conselheiros - todos da administração do exonerado - continuam em seus cargos, sem nenhuma modificação.Esse filme já foi visto antes no impeachment do presidente Collor, e sabemos que não basta tirar uma andorinha do seu bando para alterar o destino das demais.

Errata: O Sr. Alvaro Souza citado acima como sendo da chefia da fiscalização da diretoria?Wilson Sandoli., era apenas um fiscal e motorista.

O Conselho Regional do Estado de São Paulo da Ordem dos Músicos do Brasil:
A estrutura de sua sede gigantesca (1 andar inteiro na famosa Avenida Ipiranga – SP) possui uma receita alta, não compatível aos serviços prestados aos músicos e mantém um quadro de funcionários com altíssimos salários, todos contratados sem concurso público, uma vez que sabe-se que autarquias do Governo Federal só podem contratar funcionários após concurso público certificado em edital no Diário Oficial da União.
A Diretoria atual foi responsável pela a criação da Delegacia Cristã da Ordem dos Músicos do Brasil:
Pergunta-se: Será que a diretoria da Ordem dos Músicos do Brasil – CRESP criará as Delegacias Budistas, Espíritas, Umbandas. Qual a justificativa para colocar fiscais em cultos e missas (local de louvor do Cristão), ferindo a fé e desrespeitando os fiéis, fiscalizando os voluntários que ali doam sua musicalidade em nome de sua fé.
O Delegado nomeado para tal delegacia é um senhor chamado Milton e pelo que consta, nunca foi músico - critério exigido para o cargo de Delegado da OMB.
O mesmo Sr. Milton é presidente a ACRIMDA - Associação de Direitos Autorais do segmento Cristão - e “pode” estar usando a OMB para se promover. ( Ver imagem abaixo)
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Outro que se se encontra em situação parecida é o Senhor Marinho PT – Fiscal e Assessor da Presidência da OMBSP.
Sabendo da importância de um Sindicato para defender os direitos trabalhistas dos Músicos criou um Sindicato denominado "Sindicato dos Músicos e Intérpretes do Município de São Paulo", ao invés de lutar para tirar da presidência do já existente "Sindicato dos Músicos Profissionais do Estado de São Paulo" o velho conhecido Wilson Sandoli.
O Sindicato dos Músicos e Intérpretes do Município de São Paulo ainda não possui carta Sindical nem sede declarada, mesmo assim o Sr. Marinho PT continua a se promover ao lado do presidente da OMBSP.
Firmo o compromisso de me retratar neste mesmo veiculo de comunicação por alguma injustiça ou inverdade, desde que comprovada.
Atenciosamente,
Adriano Maia
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